domingo, 20 de abril de 2014

Homofobia na UNESP

Por Justo Favaretto Neto em 15/04/2014

Nós do Brasil inteiro estamos acompanhando o apoio que esta universidade esta concedendo aos agressores homofóbicos por não tê-los penalizado.

Sabemos da reunião minada pela própria direção da escola com o intuito de que a “carta de repúdio” não fosse produzida por alunos contrários aos ataques homofóbicos.

Sabemos também, da festa que os agressores fizeram após a conquista, apoiada pela direção da escola, em calar os alunos que desejavam a carta.

Os agressores homofóbicos dos cursos de ciências agrárias, filhos de ricos fazendeiros saíram buzinando e cantando pneus com suas potentes camionetes, festejando a homofobia praticada por eles e apoiada pela escola. Estes filhos de ricos fazendeiros espancaram um jovem estudante da mesma escola pelo fato de ter assumido sua homossexualidade, têm o apoio da universidade, que é mantida com os impostos de todos.

Se os alunos não forem expulso rapidamente, pois esta demora de “investigação legal e estatutária” não convence. Sabemos que é uma forma de apoiar os homofóbicos e “deixar os ânimos esfriarem”. Pois saibam que a maior parada gay do planeta ocorrerá no mês que vem em São Paulo e com mais de trezentas mil pessoas, diante de toda imprensa nacional e internacional, denunciaremos a UNESP de Jaboticabal, onde manifestações homofóbicas são corriqueiras.

Atribuiremos a esta universidade (mantida com o nosso dinheiro) os assassinatos homofóbicos que acontecem neste país, por estar incentivando esta discriminação pela omissão.

“Não aconteceu só comigo”, diz aluno da Unesp vítima de homofobia, na reportagem que você pode acessar aqui.

*Justo Favaretto Neto de Pontal – SP, formado em adm. Empresas pela Universidade de Ribeirão Preto – SP, estudante de Filosofia na Faculdade São Luís de Jaboticabal – SP. Administrador de Empresas, militante da causa homossexual, autor do primeiro processo que gerou multa através da lei 10948.

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