domingo, 3 de julho de 2011

Carlos Alberto “Mamá” Ribeiro Tosta: o punk que quebrou o armário




Carlos Alberto “Mamá” Ribeiro Tosta (Reprodução / Vice
Nessa época eu não era assumidamente gay. Namorava uma guria, namorei várias gurias, mas eu tinha aquela confusão na minha cabeça, não entendia direito a sexualidade. Não era algo falado como é agora. Foi através do punk, sempre falo isso, que rolou essa abertura para eu me conhecer melhor, saber mais sobre, me aceitar também. Foi um pouco depois, por volta de 94 ou 95, não me lembro bem.


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