terça-feira, 5 de julho de 2011

Capital homoafetiva do Pará toma as ruas


O babalorishá (sacerdote, nas religiões afro-brasileiras) João Carvalho, de 42 anos, atenta para a hipocrisia. “Aqui em Marituba o preconceito é grande. Mantenho muito pouco contato com meus vizinhos por causa disso. Só ‘Bom dia’ ou ‘Boa noite’. Eles não querem ficar ‘falados’ na rua por se relacionar comigo, por eu ser homossexual. Mas no carnaval eu abafo. Saio montado com meu esplendor e todo mundo se aproxima. Dá pra entender?”, questiona.

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