terça-feira, 7 de junho de 2011

Rudolf Brazda: "Alguns me consideravam uma mulher no campo de concentração"


Arquivo

Brazda se considera um homem de sorte. Por ser telhador de profissão, conseguiu um ótimo posto de trabalho durante a prisão. O campo estava em constante expansão com a chegada de novos prisioneiros, usados como mão-de-obra na extração de matéria-prima para a indústria bélica, já que a Alemanha estava em guerra. Fundamental para a expansão do campo, Brazda não era submetido a trabalhos forçados, ganhava comida extra, era menos vigiado que os demais prisioneiros e ainda podia ter seus encontros amorosos em paz. 

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